Você acredita em tudo o que está escrito na Bíblia?


Carlos A. Caccia é uma das pessoas mais emblemáticas que você poderá conhecer.

Autor, tradutor, empreendedor, estudioso das questões religiosas, viajante e cidadão do mundo, poeta, pesquisador e ensaísta, escreve, lê e forma opiniões e posições polêmicas sobre assuntos que deseja abordar em seus livros. Ele escreve num ritmo alucinante – por mais de 17 horas ao dia.

Após estudos, viagens e pesquisas que demandaram mais de 20 anos, Carlos A. Caccia escreveu a coleção CREDUM QUE ABSURDUM, onde questiona a forma como a religiosidade foi explorada por seitas, religiões e comerciantes da Fé, em tempos remotos e, é claro, também na atualidade.

A espiritualidade e as crenças desenvolvidas pelos diferentes povos do mundo foram retratados nesta coleção que é, também, um painel multicultural de como encaramos a vida, a morte, um Poder Divino, uma força inexplicável – a despeito dos que fazem deste mistério uma fonte de riqueza, de poder e de subjugação de imensas multidões.

No Timor Leste, quando o visitou, por exemplo, Carlos A. Caccia relata que as famílias, aos domingos, conversam com seus mortos, enterrados em seus próprios quintais.

Em Bali, na Indonésia, as famílias constroem edículas – pequenos espaços para oração, um pequeno templo – com cama, flores, travesseiro, para que por lá passem mortos a fim de um breve descanso.

Na Amazônia brasileira, seitas e divindades afloram por raízes históricas e pela própria imaginação criadora de muitos que se aproveitam da aura mística e misteriosa da floresta.

Mas Carlos A. Caccia não é um repórter a relatar essas crenças, apenas. É um questionador do uso e abuso que muitos credos e religiões lançam mão para a subjugação de povos, para a opressão e para a construção de impérios financeiros sob o manto do medo e do mistério da vida – e suas punições – após a morte.

Tendo uma pergunta a ser esclarecida – um mistério que o rondou desde sua infância – e que vai sendo reproduzida e decifrada ao longo de sua obra – Carlos A. Caccia começou a percorrer o mundo atrás de respostas plausíveis, racionais e fundamentadas. Esse roteiro de estudos religiosos e bíblicos, é claro, teve escalas em países de forte presença religiosa, como a Itália (Catolicismo), a Alemanha (Luterana); a China (Confucionismo e Taoísmo – Carlos A. Caccia destaca que o Budismo, uma filosofia antes de se apresentar como uma religião, foi concebido por Sidarta Gautama, nome verdadeiro de Buda, nascido no Himalaia, área fronteiriça entre o Nepal e a Índia); os EUA (Mórmons e Testemunhas de Jeová); Espanha; Macau; Argentina; Holanda; Chile; Áustria; Bélgica; França; Dinamarca; Uruguai; Nova Zelândia, dentre outros, além de toda a pesquisa sobre as religiões e crenças africanas, tanto em sua origem quanto nas derivações brasileiras, na Bahia, por exemplo.

Carlos A. Caccia, na primeira obra da coleção CREDUM QUI ABSURDUM – o livro O MERCADÃO DA FÉ, lançado no dia 28 de Fevereiro, em São Paulo-SP – concentra suas atenções na religião Católica, em razão de sua forte presença no Brasil.

Sua linguagem é simples e clara, segundo o autor, “sem qualquer necessidade de rebuscar o texto com intenções de aparente ‘intelectualização’ do tema”, apontando inúmeras incoerências do livro-Mãe do Catolicismo, citações bíblicas questionáveis e inúmeras passagens pessoais que o confrontaram com a fé cristã.

Serviço
Livro: O Mercadão da Fé (1º livro da série Credo Quia Absurdum)
Autor: Carlos A. Caccia
Páginas: 210
Preço: R$ 39,90
ISBN: 978-85-63452-04-7
Editora: Exterior Editora
http://www.exterioreditora.com.br

Link original: http://www.ogirassol.com.br/paginaviver.php?idnoticia=23487

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