Archive for 13 de maio de 2017

Merkel pediu a Putin para garantir direitos de homossexuais (Portugal)


Chanceler alemã esteve com Vladimir Putin na Rússia e mencionou a perseguição de homossexuais na Chechénia

A chanceler alemã Angela Merkel pediu esta terça-feira ao presidente da Rússia Vladimir Putin para ajudar na proteção dos direitos dos homossexuais na Chechénia, na sequência de relatos sobre perseguições nesta república autónoma do Cáucaso.

“Temos ouvido relatos muito negativos sobre o tratamento de homossexuais na Chechénia e eu pedi ao presidente Putin para usar a sua influência para garantir os direitos de minorias aqui”, afirmou Merkel durante uma conferência de imprensa conjunta com Vladimir Putin em Sochi, (sudeste da Rússia), nas costas do Mar Negro.

Na sua primeira visita à Rússia desde que este país anexou a Crimeia, em 2014, a chanceler referiu também os relatos de que as autoridades russas têm prendido manifestantes contra o governo e de que alguns setores da sociedade, como as testemunhas de jeová, têm sido perseguidos.

“Durante as minhas conversas com o presidente russo eu referi o quão importante é o direito de protestar numa sociedade civil e quão importantes são as organizações não-governamentais”, continuou a chanceler, segundo a Reuters.

Putin negou que a polícia russa tenha violado os direitos dos manifestantes ao prendê-los e afirmou apenas que “as forças de segurança russas agem de modo muito mais contido do que alguns colegas noutros países europeus”.

Após o encontro com Putin, Merkel precisou que durante as conversações “construtivas” foram abordados também um vasto conjunto de temas de atualidade, incluindo a Síria.

A chanceler alemã Angela Merkel disse desejar o fim das sanções europeias contra a Rússia, mas insistiu no cumprimento dos acordos de Minsk para a resolução do conflito separatista.

“Gostaria que tivéssemos a possibilidade de levantar as sanções quando forem cumpridos os acordos”, assinalou Merkel na conferência de imprensa.

Merkel lamentou ainda a inexistência de “progressos” na resolução do conflito no leste da Ucrânia onde, referiu, “se acentuam as tendências separatistas” dos pró-russos.

Segundo a imprensa russa, a polícia chechena deteve mais de cem homens, alegadamente por serem homossexuais, e pelo menos três terão morrido. Um porta-voz oficial do presidente daquela república russa do Cáucaso, Ramzan Kadyrov, negou esta acusação, dizendo “é impossível perseguir aqueles que não existem na república”.

Link original: http://www.dn.pt/mundo/interior/merkel-pediu-a-putin-para-garantir-direitos-de-homossexuais-6293956.html

Merkel e Putin discutem sobre Ucrânia e Síria


A chanceler alemã, Angela Merkel, se reuniu com o presidente russo Vladimir Putin em sua primeira visita à Rússia desde que a península da Criméia da Ucrânia foi anexada por Moscou.

A chanceler alemã, Angela Merkel, em uma visita rara à Rússia, disse que Berlim e Moscou tinham que continuar falando apesar de seus desentendimentos. Mas essas mesmas diferenças obscureceram suas conversações com o presidente russo, Vladimir Putin, na terça-feira.

Em uma coletiva de imprensa após uma reunião na estância russa de Sochi no Mar Negro, posições divergentes foram exibidas sobre a Síria, a Ucrânia, o respeito russo pelos direitos civis e as alegações de que Moscou está interferindo nas eleições de outros países.

Merkel estava fazendo sua primeira visita bilateral à Rússia desde que Moscou anexou a península da Criméia da Ucrânia em 2014, um movimento que desencadeou o pior confronto entre Moscou e o Ocidente desde a Guerra Fria.

Questionada por um repórter, se temia que a Alemanha pudesse estar sujeita às tentativas russas de interferir nas próximas eleições parlamentares divulgando notícias falsas, Merkel assumiu uma linha firme.

“Eu não sou uma pessoa ansiosa, vou concorrer a eleição com base em minhas convicções”, disse ela, acrescentando que os alemães resolveriam de forma decisiva quaisquer casos de falsas informações.

“Nós nunca interferimos na vida política e nos processos políticos de outros países e não queremos que ninguém interfira na nossa vida política e nos processos de política externa”, disse Putin.

A paz instável da Ucrânia
No conflito no leste da Ucrânia, onde os separatistas pró-Moscou estão lutando contra o governo de Kiev, Putin e Merkel disseram que concordaram com a necessidade da plena implementação do acordo de Minsk, um acordo de paz internacionalmente negociado que agora está efetivamente paralisado.

No entanto, Putin lançou um ataque contra a administração pró-ocidental em Kiev, dizendo que a administraçäo – e não a Rússia ou seus aliados – estavam forçando a região separatista a se afastar da Ucrânia. Isso contradiz a posição de Berlim.

“Os acontecimentos no leste da Ucrânia são o resultado de um golpe de estado, uma mudança de poder inconstitucional em Kiev”, disse Putin, referindo-se a protestos de rua que forçaram o líder anterior da Ucrânia, que se inclinava para Moscou.

Perguntado por um repórter sobre uma contaminação mortal de gás venenoso na cidade síria de Khan Sheikhoun, que governos ocidentais disseram que era um ataque de armas químicas pelas forças do regime sírio, Putin disse que não estava provado.

Ao falar sobre um ponto sensível para as autoridades russas, Merkel disse que havia levantado preocupações com Putin sobre a atuação da polícia em protestos anti-Kremlin, bem como outras questões que as organizações de direitos humanos dizem ser motivo de alarme.

Esses números incluem relatórios, negados pelas autoridades locais, de que os homossexuais estão sendo detidos e torturados na região russa da Chechênia, e uma decisão da Suprema Corte no mês passado banindo as testemunhas de Jeová como um grupo extremista.

“Nas minhas conversações com o presidente russo, referi o quão importante é o direito de demonstrar numa sociedade civil e o papel das ONGs”, disse Merkel.

“Ouvimos algumas notícias muito negativas sobre o tratamento dos homossexuais na Chechênia e pedi ao presidente Vladimir Putin que usasse sua influência para garantir os direitos das minorias aqui, bem como com as testemunhas de Jeová“.

Putin negou que a polícia russa tenha violado os direitos dos manifestantes ao prendê-los.

“Os órgãos policiais russos se comportam de maneira muito mais restritiva do que seus colegas de outros países europeus”, disse Putin, sem especificar quais países ele tinha em mente.

Fonte: TRTWorld e agências

Link original: http://www.trt.net.tr/portuguese/europa/2017/05/03/merkel-e-putin-discutem-sobre-ucrania-e-siria-724515

Católicos diminuem em Portugal, protestantes e testemunhas de Jeová aumentam (Portugal)


Conduzido pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião e pelo Centro de Estudos de Religião e Culturas da Universidade Católica Portuguesa, o trabalho que aponta para esta realidade numérica dos católicos é de 2012, mas o seu autor, o sociólogo Alfredo Teixeira, diz manter-se atual em vésperas da vinda do Papa a Fátima

O número de católicos tem vindo a diminuir em Portugal em contraponto com outras confissões religiosas, com destaque para o universo protestante, incluindo evangélicos, e para as testemunhas de Jeová, que aumentaram.

Conduzido pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião e pelo Centro de Estudos de Religião e Culturas da Universidade Católica Portuguesa, o estudo “Identidades religiosas em Portugal, representações, valores e práticas” foi patrocinado pela Conferência Episcopal Portuguesa e baseia-se num inquérito a cerca de quatro mil pessoas com pelo menos 15 anos.

O estudo que aponta para esta realidade numérica dos católicos é de 2012, mas segundo diz à Lusa o seu autor, o sociólogo Alfredo Teixeira, mantém-se atual.

Ao pretender perceber como é que os portugueses se situam perante o fenómeno religioso, este trabalho revelou que de 1999 a 2011 os católicos diminuíram 7,4% passando de 86,9% da população para 79,5%.

Ao contrário da tendência de diminuição de católicos, duplicou a percentagem de pessoas com uma religião diferente (2,7% em 1999 para 5,7% em 2011), assim como cresceu o número de pessoas sem qualquer religião (de 8,2% para 13,2%), um aumento sentido em todas as categorias: os indiferentes passaram de 1,7% para 3,2%, os agnósticos de 1,7% para 2,2% e os ateus de 2,7% para 4,1%.

O inquérito mostra um aumento de protestantes/evangélicos, que passaram de 0,3% para 2,8%, e das testemunhas de Jeová, que em 1999 representavam 1% e agora são 1,5%.

Entre os não crentes, o estudo procurou saber as razões, tendo encontrado três tópicos: autonomia, convicção e desinteresse.

A autonomia face às religiões é o traço mais saliente juntando os que sublinham como “não concordo com a doutrina de nenhuma igreja ou religião” (32,7% dos casos), “não concordo com as regras morais das igrejas e religiões” (22,2%), e “prefere ser independente face às normais e práticas de uma religião” (21,1%).

Os investigadores descobriram ainda que os não crentes e crentes são maioritariamente mais novos, enquanto os católicos estão distribuídos por todos os escalões etários, mas cada vez mais envelhecidos.

O mesmo estudo revela que a maioria das testemunhas Jeová, protestantes e não crentes vivia na zona de Lisboa e vale do Tejo.

Mais de metade (55,2%) da população não crente portuguesa vive em Lisboa e Vale do Tejo, zona ocupada por 62,2% dos protestantes (incluindo evangélicos).

No norte do país estão concentrados 43,6% dos católicos. O estudo aponta ainda que 80% dos católicos vivem em zonas rurais, 66% em zonas urbanas, enquanto as outras religiões se concentram em zonas urbanas.

Perante estes dados, a Conferência Episcopal Portuguesa reagiu, na altura, indicando que a perda de católicos “é uma desafio para a Igreja” sublinhando contudo que o essencial é a qualidade e não a quantidade.

Link original: http://expresso.sapo.pt/sociedade/2017-04-29-Catolicos-diminuem-em-Portugal-protestantes-e-testemunhas-de-Jeova-aumentam

ENTREVISTA Papa: O capelão de S. José que não gosta de medir a vivência religiosa (Portugal)


Como capelão hospitalar, Carlos Matos conhece bem o significado da palavra sofrimento, convive diariamente com a aproximação e o afastamento à fé católica, mas perante a pergunta “há menos católicos” responde que a vivência religiosa é difícil de quantificar.

“É verdade que tem havido um decréscimo da prática religiosa católica, mas aquilo que é a vivência religiosa é difícil de quantificar”, disse à agência Lusa o capelão do Hospital de São José, um dos cerca de 90 que diariamente celebram cerimónias religiosas nas capelas e enfermarias em todo o país, visitam doentes, são procurados por pacientes e familiares e lutam contra a solidão.

Um estudo sobre confissões religiosas em Portugal revelou que o número de católicos tem vindo a diminuir em Portugal em contraponto com o universo protestante, incluindo evangélicos, e as testemunhas de Jeová que registaram um aumento.

A investigação é de 2012, mas os números continuam atuais e com a visita do papa Francisco ao santuário de Fátima nos dias 12 e 13 de maio, por ocasião do centenário das “aparições”, e onde serão esperados milhares de peregrinos, a fé católica ganhou notoriedade noticiosa.

Na verdade, defende o padre Carlos, a igreja católica tem de se convencer que “a questão da maioria já não é um fator de relação com os outros, à luz da mensagem de Cristo”.

“Os números podem não ser grandes, mas a qualidade talvez seja diferente”, disse, adiantando que Fátima é um fenómeno social e religioso interessante, um local onde ninguém faz julgamentos.

Carlos Manuel Matos, um homem da área das ciências nascido em 1971, foi ordenado padre aos 31 anos, tendo iniciado as suas funções na capelania em 2008. O seu dia-a-dia é preenchido a escutar os doentes que pedem assistência espiritual, porque muitos só querem mesmo conversar, sem nunca julgar.

“Toda a gente tem direito à assistência religiosa independentemente da sua fé, credo e filosofia, de ser ou não casado ou de ter uma orientação sexual diferente”, disse registando que por vezes é na dor, no sofrimento, na doença que surge a procura de Deus, registando assim a sua capelania um aumento.

“Tem havido um aumento? Sim tem. As pessoas procuram por uma questão religiosa mas mesmo os que não têm formação cristã procuram alguém que os escute. Há um trabalho de humanização da saúde com o contributo da assistência religiosa.

Para o padre Fernando Sampaio, coordenador das capelanias hospitalares e há 30 a fazer assistência espiritual aos doentes, é difícil perceber nos hospitais se há aumento ou diminuição da religiosidade.

O que é possível, adianta, é aferir que há encontros e desencontros com a fé em momentos de dor.

“Há pessoas que, nos hospitais, às vezes zangam-se com a religião, zangam-se com Deus e tem receio da visita do padre. Outras que não vivem a fé na sua vida mas quando chegam ao hospital lembram-se. Há uma ambivalência face ao sofrimento, mas a aproximação é muito maior do que a rejeição”, exemplificou.

Contudo, observa, é notória uma maior expressão da religiosidade no norte do país. No Sul já não é tanto assim e existem até alguns preconceitos até porque nem sempre, adianta, a fé é bem recebida nos hospitais.

Questionado sobre a vinda do papa a Portugal e se de alguma forma contribuirá para aumentar o número de católicos no país, o padre Sampaio, que também fará a sua peregrinação a Fátima responde: “É possível que toque alguns, mas não estou convencido que aumente”.

O papa Francisco visita Fátima, a 12 e 13 de maio, para canonizar os dois pastorinhos Jacinta e Francisco no centenário das “aparições” na Cova da Iria, em 1917.

Link original: http://www.dn.pt/lusa/interior/entrevista-papa-o-capelao-de-s-jose-que-nao-gosta-de-medir-a-vivencia-religiosa-6254404.html

Papa: Liberdade religiosa em Portugal contribuiu para o aumento dos Jeovás (Portugal)


O ancião e ministro religioso das testemunhas de Jeová, Pedro Candeias, considera que a liberdade religiosa em Portugal contribuiu também para o aumento de fiéis, mas garante que o número não é uma preocupação.

Em declarações à agência Lusa, Pedro Candeias explicou que desde que as testemunhas de Jeová saíram da clandestinidade a que estavam votadas, até 1974, que tem vindo a crescer o número de pessoas que a professam.

“Na altura eramos cerca de dez mil testemunhas, atualmente somos cerca de 50 mil”, disse Pedro Candeias.

Um estudo de 2012 revelou que o número de católicos tem vindo a diminuir em Portugal em contraponto com outras confissões religiosas, com destaque para o universo protestante, incluindo evangélicos, e para as testemunhas de Jeová que aumentaram.

Conduzido pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião e pelo Centro de Estudos de Religião e Culturas da Universidade Católica Portuguesa, o estudo “Identidades religiosas em Portugal, representações, valores e práticas” foi patrocinado pela Conferencia Episcopal Portuguesa e baseia-se num inquérito a cerca de quatro mil pessoas com pelo menos 15 anos.

Ao contrário da tendência de diminuição de católicos, duplicou a percentagem de pessoas com uma religião diferente da católica (2,7 por cento em 1999 para 5,7%), assim como cresceu o número de pessoas sem qualquer religião (de 8,2% para 13,2%), um aumento que se sentiu em todas as categorias: os indiferentes passaram de 1,7% para 3,2%, os agnósticos de 1,7% para 2,2% e os ateus de 2,7% para 4,1%.

O inquérito mostra um aumento de protestantes/evangélicos que passaram de 0,3% para 2,8% e das testemunhas de Jeová que em 1999 representavam um por cento e agora são 1,5%.

Segundo Pedro Candeias, as testemunhas de Jeová sempre se apegaram ao ensino da bíblia e muitas pessoas “sentem-se tocadas por esse ensino”.

O número não é uma preocupação, defende, assinalando como positivo o facto de as testemunhas de Jeová portuguesas viverem num Estado onde existe liberdade religiosa, onde as pessoas têm o direito de ter ou não crença.

Com cerca de 50 mil elementos registados – embora, de acordo com dados da organização, o número de participantes nas atividades chegue aos 100 mil -, as testemunhas de Jeová surgiram pela primeira vez em Portugal a 13 de maio de 1925, mas a sua existência foi sempre proibida pelo anterior regime.

As várias tentativas de legalização (1952 e 1960) foram recusadas e só depois do 25 de abril de 1974 vieram a ser legalmente reconhecidas.

A Lei de Liberdade Religiosa, de 2001, abriu a possibilidade de registar como Pessoas Coletivas Religiosas as comunidades existentes no país, tendo as testemunhas de Jeová obtido esse estatuto em 2007.

Link original: http://www.dn.pt/lusa/interior/papa-liberdade-religiosa-em-portugal-contribuiu–para-o-aumento-dos-jeovas-6254414.html

Brooklyn tenta atrair empresas como alternativa a Manhattan


(Bloomberg) — A imagem do Brooklyn como o centro nova-iorquino da moda atrai vários moradores, de artistas a banqueiros. Contudo, pelo menos em um aspecto, o distrito mais populoso da cidade não consegue fazer jus à sua reputação.

Uma tentativa de atrair empresas famosas para escritórios grandes no Brooklyn tem desapontado por enquanto. Nenhum empregador privado assinou um contrato de aluguel de mais de 9.300 metros quadrados, o típico tamanho mínimo para o principal inquilino de um edifício, desde meados de 2015. No ano passado, a única transação desse porte foi uma renovação feita pelo Departamento de Bombeiros de Nova York.

Com mais de 650.320 metros quadrados de escritórios em planejamento – mais que o dobro do espaço no Empire State Building -, atrair grandes inquilinos é fundamental para incorporadoras que veem o distrito como a próxima fronteira para empresas em busca de espaços de ponta e uma alternativa mais acessível a Manhattan. Entre os projetos em construção há um complexo à beira-rio no Brooklyn Navy Yard e a transformação de antigos prédios de Testemunhas de Jeová adquiridos no ano passado por um grupo que inclui uma empresa dirigida por Jared Kushner, o genro e agora assessor sênior do presidente dos EUA, Donald Trump.

“Vai demorar um pouco mais do que alguns observadores imaginavam” para que todos os novos imóveis comerciais sejam alugados, disse Zev Holzman, corretor comercial da Savills Studley que trabalha no Brooklyn. “O conjunto de inquilinos não é tão grande. Ele ainda não chegou lá.”

Incorporadoras e proprietários do Brooklyn enfrentam o desafio de atrair inquilinos em um momento em que o mercado de Manhattan está enfraquecendo, o que faz com que seja menos necessário que as empresas busquem alternativas mais baratas. Além disso, o distrito está afastado do centro corporativo da cidade, e sua localização dificulta o transporte para trabalhadores que moram em Nova Jersey ou nos subúrbios da região norte de Nova York, por isso o apelo para empresas que tem funcionários de vários lugares é menor.

Acordo da WeWork
O último acordo de aluguel de grande porte com uma empresa privada no Brooklyn foi com a WeWork – e até esse foi com uma empresa de escritórios compartilhados que depende de atrair trabalhadores para seu espaço. Em julho de 2015, a WeWork decidiu ocupar cerca de um terço do espaço do Dock 72, o projeto de 62.775 metros quadrados com a Boston Properties e a Rudin Management no Brooklyn Navy Yard, primeiro projeto construído do zero pela startup.

Desde o acordo com a WeWork, o maior aluguel de escritórios por um empregador privado no Brooklyn foi um acordo por 7.400 metros quadrados, fechado em fevereiro pela 2U, uma empresa de tecnologia da educação, para se mudar para 55 Prospect St. O projeto Dumbo Heights pertence a uma sociedade que inclui a Kushner Cos., a empresa familiar dirigida por Jared Kushner até janeiro. Os investidores adquiriram os seis antigos prédios de depósitos e gráficas perto da base da Ponte do Brooklyn de Testemunhas de Jeová em 2013, com o plano de transformar os 111.600 metros quadrados em escritórios.

O ecossistema empresarial de Brooklyn, que nutre e recompensa startups, acabará atraindo inquilinos corporativos, disse Andrew Hoan, CEO da Câmara de Comércio do Brooklyn. “É acima de tudo o crescimento orgânico das pequenas empresas” que dá impulso ao distrito, que foi o que mais empregos criou dos cinco distritos da cidade, disse ele.

Link original: https://economia.uol.com.br/noticias/bloomberg/2017/05/04/brooklyn-tenta-atrair-empresas-como-alternativa-a-manhattan.htm

Câmara relembra o dia da vitória e o Holocausto da 2ª Guerra Mundial


Legislativo ressaltou a campanha vitoriosa contra a Alemanha de Hitler em 1945 e fez reverência à memória das vítimas do genocídio

por redação/ Guia Taubaté

A Câmara de Taubaté realizou na última segunda-feira, 8 de maio, uma homenagem ao dia da Vitória na Segunda Guerra Mundial e reverência à memória das vítimas do Holocausto. O vereador Orestes Vanone (PV) foi o orador.

Depois de seis anos, em 8 de maio de 1945, a Segunda Guerra Mundial chegava ao fim, com a derrota dos nazistas que dominavam grande parte do continente europeu na época. A data conhecida como dia da Vitória, remetendo ao fim da Segunda Guerra Mundial.

O vereador lembrou a participação do Brasil na Guerra. Getúlio Vargas, que era o presidente da época, negociou a entrada do Brasil, que só seria possível se fosse instalada no país a Companhia Siderúrgica Nacional, hoje localizada em Volta Redonda (RJ). Foram 25 mil homens e mulheres brasileiros para defender os interesses do mundo na Itália.

O Holocausto, lembrado na sessão, foi uma prática de perseguição política, étnica, religiosa e sexual estabelecida durante os anos de governo nazista de Adolf Hitler que resultou no assassinato em massa de cerca de 11 milhões de pessoas pelo regime durante a Segunda Guerra Mundial.

Segundo a ideologia nazista, o povo legitimamente alemão era descendente dos arianos, um antigo povo que tinha pele branca e originou a civilização europeia. Os maiores culpados pelos nazistas de impedirem esse processo de eugenia eram os ciganos e principalmente, os judeus. Sendo assim, para que a supremacia racial ariana fosse conquistada pelo povo alemão, o governo de Hitler passou a pregar o ódio contra esse povo.

No início da Segunda Guerra, o governo nazista criou campos de concentração onde os judeus e ciganos eram forçados a viver e trabalhar em condições insalubres, com péssima alimentação, sofrendo torturas e eram utilizados como cobaias em experimentos científicos. Os homossexuais, opositores políticos de Hitler, doentes mentais, pacifistas, eslavos e grupos religiosos, tais como Testemunhas de Jeová, também sofreram com os horrores do Holocausto.

Link original: http://guiataubate.com.br/noticias/2017/05/camara-relembra-o-dia-da-vitoria-e-o-holocausto-da-2-guerra-mundial