Archive for the ‘2014’ Category

‘Foi um milagre’, diz motorista de carro prensado entre dois ônibus


Apesar da gravidade do acidente, ele e a mulher tiveram apenas ferimentos leves.

Para Vânia e Lima, o dia 24 de dezembro se tornou uma data especial - Reprodução/Facebook

Para Vânia e Lima, o dia 24 de dezembro se tornou uma data especial – Reprodução/Facebook

É com perplexidade que o polidor de automóveis Alexandre Lima Rafael, 40 anos, observa as fotos do acidente que sofreu nesta quarta-feira (24), na zona leste de São Paulo. Lima estava no carro que ficou prensado entre dois ônibus na avenida Mateo Bei, no bairro de São Mateus. A destruição do veículo foi tão contundente que contraria a lógica a notícia de que os ocupantes tiveram ferimentos leves.

Para o polidor, há uma explicação: ele e a mulher, a auxiliar de produção Vânia Rafael, 35, foram salvos por um milagre. Em entrevista ao R7, poucas horas depois de ter alta médica nesta sexta-feira (26), Lima falou sobre os cerca de dez minutos emj que ficou preso junto com Vânia nas ferragens.

— Foi um milagre de Deus. Nós temos muita fé em Jeová. Nessa hora, só ele poderia nos ajudar.

Ele contou que saiu para comprar um chinelo, porque iria viajar para casa de parentes no dia seguinte. Os filhos, Luiz Carlos e Alyson, aguardavam pelos pais no litoral do Estado.

— De repente, o ônibus avançou. Não sei o que aconteceu, porque eu estava parado no trânsito. Foi aquela pancada e não deu mais tempo de nada. Só vi o ônibus parando em cima de nós. Meu carro foi para frente e bateu em outro ônibus. Na hora, a única coisa que eu fazia era orar a Deus, pedindo para ele segurar aquele ônibus, para que não caísse mais e prensasse a gente. Fiquei também com medo de que o carro pegasse fogo.

Outra preocupação de Lima era manter a mulher consciente. Durante todo momento, tentava acalmá-la.

— Falava para ela: “Aguenta, filha! Calma que o bombeiro vai chegar e vai nos tirar. Calma que vamos sair dessa”. Eu pedia a Deus e orava: “Por favor, Jeová, socorre a gente, segura esse ônibus”.

Ele relatou que, mesmo praticamente imobilizado, aproximou-se o máximo que podia de Vânia.

— Eu não conseguia chegar perto. Então, pegava do lado, próximo à barriga dela. Era o único lugar em que eu conseguia chegar.

Lima disse ainda que aqueles quase dez minutos “pareciam uma eternidade na hora do desespero”, e que mesmo após ser retirado das ferragens por integrantes do Corpo de Bombeiros, o alívio só veio quando soube que mulher foi socorrida. Ela recebeu alta do hospital na quinta-feira (25) à noite. A auxiliar de produção sofreu corte na testa e ferimento no braço.

— Quando saí, minha preocupação era ela. Os bombeiros me tiraram primeiro. O lado dela foi mais afetado. Nem sei como fizeram para tirá-la de lá.

Refeito do susto, ele revelou que resolveu conferir as imagens de como o carro ficou e se assustou.

— Vi o ônibus em cima e não dava para ver praticamente nada embaixo dele. Fiquei chocado.

Para o polidor de automóveis e a mulher, o dia 24 passou a ser uma data para se celebrar.

— Pela nossa crença, não comemoramos o Natal. Mas o feriado é sempre especial, porque vamos visitar nossos parentes. Então, para nós era importante e agora será mais ainda. Quando melhorarmos, vamos querer fazer uma comemoração.

Ele entende que a chance de ter se livrado de uma tragédia simboliza um recomeço.

— É mais um pouco de tempo que temos para lutar e fazer o que é certo, levar o bem para as pessoas.

Link original: http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vEditoria=Brasil&vCod=216537

Para muitas pessoas, data não tem significado especial


Rafaela Gonçalves
rafaela.goncalves@jcruzeiro.com.br

Luciene Santos:

Luciene Santos: “Como qualquer outro dia” – ÉRICK PINHEIRO

No calendário cristão, hoje é comemorado o 2014º aniversário de Jesus Cristo. Para celebrar a data, milhares de famílias do mundo inteiro se reúnem, participam de ceias e trocam presentes para simbolizar a data. Mas nem todos são adeptos à esta crença. Diversas pessoas seguem outras religiões e / ou têm outros tipos de convicções e, por isso, não comemoram o Natal.

Para a dona de casa Luciene Santos, seguidora da doutrina Testemunha de Jeová, 25 de dezembro é um dia normal. “Nós não celebramos o Natal porque não tem nada disso na bíblia. Não tem como provar que Jesus nasceu nesta data. Para nós, essa data foi adaptada, porque dia 25 é o nascimento do Deus Sol. E outra, na bíblia diz que, quando Jesus nasceu, os pastores estavam no campo. Mas nós sabemos que em Jerusalém, nesta época, é muito frio. Então, não há nenhuma prova conclusiva que Jesus nasceu nesta data”, explicou. “Por isso, para mim, o dia 25 é um dia normal, no qual eu faço minhas atividades normais, como em qualquer outro dia”, complementou.

Agnóstico (aquele que considera os fenômenos sobrenaturais inacessíveis à compreensão humana, podendo ser teísta ou ateísta), André Trindade também não celebra o nascimento do Cristo. “O Natal é uma festa cristã e como eu não sou cristão, não vejo sentido em comemorar. Além disso, o Natal se tornou uma data comercial. Por isso, eu trabalho no dia 24 e no dia 25 normalmente. E na hora da ceia, eu normalmente assisto um filme, algo assim”, contou.

A analista de sistemas Jeanette Weiss diz que judeus também não acreditam na data do Natal, mas que respeitam e, muitas vezes, até compartilham da celebração. “Nós acreditamos que o nosso Messias, que é o Jesus dos católicos, ainda não chegou. Então, não temos porque celebrar o nascimento. Além disso, o nosso calendário é diferente do cristão”, disse. “Mas como convivemos em uma sociedade cristã, nós acabamos pegando algo da cultura. Como eu tenho filhos, eu sempre deixo eles participarem das coisas, como das ações que envolvem Papai Noel”, disse.

Mãe de Jeanette, a aposentada Judite Weiss reforça as palavras da filha. “Depois que passou o período da guerra (segunda guerra mundial), muitas vezes nós participamos das celebrações, mas como uma reunião, já que ninguém trabalha neste dia e acaba sendo uma boa data para reunir a família. Além do mais, não há muitos judeus em São Paulo, a nossa família é pequena e alguns novos membros da família também não são judeus”, justificou.

Apesar de ter crença, o advogado Italo Rosende, que é comunista, não comemora o Natal. “Não tem sentido algum. É uma alegoria. É uma data do comércio. Se pregasse o amor ao próximo, eu não teria nada contra. Mas virou algo de caráter econômico, que não promove mais o exercício filosófico, mas, sim, o individualismo. As pessoas se fecham em suas famílias, não se abrem para os outros. Enfim, eu não gosto. Normalmente, eu passo o natal fazendo outra coisa, jogando vídeo-game”, explicou.

Link original: http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia/586891/para-muitas-pessoas-data-nao-tem-significado-especial

Paraibanos de diferentes religiões contam como vivem o dia do Natal


Para os Cristãos, o Natal celebra o nascimento de Jesus Cristo.
Pessoas com outros credos têm diferentes sentidos para este dia.

 

Por Felipe Ramos

No dia 25 de dezembro os seguidores do cristianismo celebram uma das maiores festividades da religião, o dia do Natal. Mas, para seguidores e praticantes de outras religiões esta data é celebrada diferente. Em algumas é mantida a importância solene, a celebração da vida, a importância da união, as divindades. Por outro lado, há aquelas em que o dia é apenas mais um no calendário, sem rituais ou tradições, mas apenas um feriado. Em João Pessoa, na capital da Paraíba, alguns moradores que professam diferentes credos explicam como vivenciam  o dia de Natal.

Cristianismo

Pastor Marcio Meira celebra cultos especiais no dia 25 para lembrar a importância da festa de Natal (Foto: Felipe Velez / Arquivo Pessoal)

Pastor Marcio Meira celebra cultos especiais no dia
25 para lembrar a importância da festa de Natal
(Foto: Felipe Velez / Arquivo Pessoal)

O sentido desta data para os católicos foi definido pelo Padre Marcelo Monte, da Arquidiocese da Paraíba, como a celebração do amor de Deus pelos homens. “Nossa fé acredita que no natal, Deus entra na história da humanidade e não só entra, mas a modifica para levar o homem criado à sua imagem e semelhança a um caminho de felicidade plena, conversão e santidade”, explicou ele.

Segundo o Pastor da Igreja Anglicana, Marcio Meira, este é o grande dia do nascimento do salvador. Na igreja em que ele é responsável, há um tempo de preparação para que os fieis melhor vivenciarem esta época. Com a chegada do dia 25, ela conta que há na sua Igreja muita alegria e festas, com cultos especiais, apresentações artísticas e uma programação que recorda aos fieis a importância do nascimento do menino Jesus.

Batizado na Igreja Católica desde quando criança, Daniel Bezerra, de 15 anos, vai vivenciar pela primeira vez um Natal como recomenda a fé do catolicismo. Apesar da pouca idade, Daniel contou que professou outras religiões, como o protestantismo e teve uma breve passagem pelo satanismo. Segundo ele, a data não fazia o menor sentido para ser celebrada e acabou tornando-se apenas um dia para dormir um pouco mais.

Padre Marcelo acredita que que através da festa de Natal, Deus entra na história da humanidade (Foto: Nilda Vaz / Arquivo Pessoal)

Padre Marcelo acredita que que através da festa de
Natal, Deus entra na história da humanidade
(Foto: Nilda Vaz / Arquivo Pessoal)

No entanto, em 2014 o adolescente, que voltou a praticar a fé católica, disse que espera com ansiedade pelo seu primeiro Natal. “Este ano será diferente, me preparei no advento, que são as semanas que antecedem o nascimento do Filho de Deus. Desta vez, quero celebrar bem nas missas e celebrações. Creio de verdade que o menino Jesus irá nascer”, contou Daniel.

Este mesmo sentido é vivenciado por Martina Cavalcanti, de 20 anos, que diferente de Daniel, foi batizada na Igreja Católica, mas decidiu seguir como protestante na Igreja Sara Nossa Terra. Ela relatou que com o passar dos dias que antecedem o Natal seu coração se enche de expectativa, porque tem a certeza que virá um tempo de alegria, festas e momentos de reflexão.

Na igreja em que ela frequenta, no bairro do Bessa, em João Pessoa, há um culto especial. Depois desta celebração, Martina segue para reuniões familiares, onde participa de ceias em casas de amigos e conhecidos. “Eu fico muito intrigada com as pessoas que usam do natal pra remeter ao papai noel e esquecem o verdadeiro motivo do Natal”, desabafou Martina.

Testemunhas de Jeová
Há também quem nunca na vida tenha celebrado o Natal. Este é o caso de Rosimere Machado, de 26 anos, que é seguidora dos ensinamentos dos Testemunhas de Jeová. “Não sei bem quando será o Natal, mas para mim é apenas um feriado, um dia livre para aproveitar. Não desejo para os amigos feliz natal, mas sim, bom feriado!”,  contou ela.

Rosimeire é Testemunha de Jeová desde que nasceu e não considera que o dia 25 seja o nascimento de Jesus por não haver evidências bibílicas. Ela também considera a época como um oportunidade de aquecimento das vendas no comércio. “Não minha casa não tem festas, ficamos em casa, como um outro dia qualquer, não temos o costume de dormir tarde em dias normais, então como este não é diferente vamos dormir no mesmo horário. Na Igreja mesmo no dia 24 e 25 não terá nenhuma reunião”, explicou Rosimere.

Judaísmo
Mesmo com um nome sugestivo para a data, para Emanuel (um dos nomes bíblicos de Jesus) Pessoa, de 27 anos, que é Judeu, o nascimento de Jesus Cristo como acreditam os Cristão também não é celebrado, pois não é compatível com a sua fé. Emanuel explicou que não existe um ‘Natal’ no Judaísmo, o que existe próximo a este período é o ‘Hanukkah’, que significa ‘dedicação’ ou ‘inauguração’,  mas que pode ser traduzido como Festa das Luzes.

“Esta festa é comemorada em 25 de Kislêv, no nono dos doze meses do calendário judaico. No calendário gregoriano essas datas são móveis, neste ano foi do dia 16 a 23 de dezembro. Na festividade são utilizados enfeites de luzes na casa. Outra tradição é a troca de presentes durante os oito dias. Normalmente esta é uma festividade familiar, cada um realiza em sua casa, é costume judaico comemorar em comunidade o primeiro e último dia da festividade. Há amigos praticantes de outros estados que se reúnem conosco, geralmente em casa, ou algum local privado, nada aberto ao público”, relatou Emanuel.

Segundo Emanuel, esta é uma tradição bíblica dos Judeus e na mesma data e horário, todos os judeus ao redor do mundo realizam a festividade do mesmo modo.

Candomblé
Para Mãe Tuca, presidente da Casa de Cultura Ilé Asé d’Osoguiã – IAO, o dia 25 não significa o nascimento de Jesus Cristo, pois não há nenhum orixá que remeta ao Natal. Na sua crença, no terreito não ocorre nenhum ritual especial ou celebrativo por causa do significado, que é cristão.

“Nós do candomblé não temos nenhum vínculo com o Natal. Existem apenas as confraternizações, por conta do sincretismo, mas nada que remeta à religiosidade. Eu particularmente participo nesses dias das reuniões com a minha família de sangue, que são bem tradicionais e religiosos. Porém, acolhem com muito respeito a diferença religiosa”, explicou Mãe Tuca.

Ateísmo

Camila Rique, de chapéu de Papai Noel, celebra o Natal entre amigos estimular a união (Foto: Camila Rique / Arquivo Pessoal)

Camila Rique, de chapéu de Papai Noel, celebra o
Natal entre amigos estimular a união
(Foto: Camila Rique / Arquivo Pessoal)

‘Embora não rezemos, nem acreditemos em nada, o Natal é uma época de reunir as pessoas. Dá pra se usar ao menos pelo motivo de união e amizade também”, diz Camila Rique sobre o Natal. Ela é uma jovem ateísta, de 24 anos, que diz não acreditar em nenhuma religião, ou algo ligado à fé, embora respeite todas as expressões espirituais.

Apesar de sua descrença, Camila disse que considera o Natal uma época bem de família, o que se torna uma ótima oportunidade para reunir pessoas difíceis de encontrar durante o ano, incluindo os amigos.

Entretanto, ao mesmo tempo, fez questão de ressaltar que acredita que esta é também uma época de falsidades, onde se preza a união e amizade e dá pra se perceber que as pessoas que falam mal umas das outras, vivem de abraços e beijos.

Ela ainda contou que sua família é bastante religiosa e na noite do Natal fazem orações, das quais ela nunca participa, mas seus parentes a respeitam.

Mórmons
Membro há mais de 25 anos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Dona Iraêrcia Arcanjo, de 69 anos, diz que tem muitos motivos para celebrar neste final de ano. “Não existe data mais importante no ano do que o Natal, apesar de que nós temos a consciência de que Jesus não nasceu neste dia, mas aproximadamente no mês de Abril. Nas casas podem ter até árvores de Natal. Lá na igreja celebramos o dia 25 com reuniões, confraternizações e muito louvor. Afinal, acreditamos que o filho de Deus irá nascer”, disse  Iraêrcia.

Este anos ela ainda vai aproveitar a ocasião para comemorar a sua formatura no curso de Letras, na Universidade Federal da Paraíba, durante um jantar, onde disse fazer questão da presença dos familiares.

Link original: http://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2014/12/paraibanos-de-diferentes-religioes-contam-como-vivem-o-dia-do-natal.html

Mesmo sem comemorar, religiões falam do respeito pelo Natal


Os muçulmanos não comemoram o Natal, mas enfatizam o respeito pela data: Mohamad Taha diz que não há mudanças no cardápio

Os muçulmanos não comemoram o Natal, mas enfatizam o respeito pela data: Mohamad Taha diz que não há mudanças no cardápio

O Natal – que para os cristãos simboliza o nascimento de Jesus Cristo – embora seja um momento especial na vida de milhares de pessoas, não é comum para diversos povos. Para culturas como islamismo, budismo, judaísmo, hinduísmo, taoísmo e xintoísmo, o nascimento de Jesus Cristo tem um significado diferente daquele pregado pelos cristãos. Apesar disso, respeitam quem festeja a data.

O sheik Ahmad Amin El Orra, do Departamento Religioso do Centro Islâmico de Jundiaí, comenta que apesar de os muçulmanos não celebrarem o Natal, respeitam e honram a personalidade em cujo nome esta festividade é observada: Jesus Cristo. “Nós acreditamos que Jesus, filho de Maria, foi um grande profeta de Deus. Cada muçulmano o honra, o respeita e o ama, até porque Deus disse no Alcorão Sagrado: ‘Dizei: cremos em Deus, no que nos tem sido revelado, no que foi revelado a Abraão, a Ismael, a Isaac, a Jacó e as tribos. No que foi concedido a Moisés e a Jesus e no que foi dado aos profetas por seu Senhor’. Assim não fazemos distinção alguma entre eles, e nos submetemos a Deus”, explica.

Mohamad Taha, que também participa das atividades da Mesquita, reforça que a data é tida como um dia como qualquer outro e que os muçulmanos possuem apenas duas festividades: a festa do Desjejum, ao fim do mês do Ramadan, e a Festa do Sacrifício, que assinala o fim da peregrinação de milhões de pessoas à Meca e lembra o sacrifício do profeta Abraão. “A festa está na essência de lembrar os ensinamentos dos profetas e não apenas nos comes e bebes. Nossa felicidade vem acompanhada do cumprimento da adoração de Deus. Nesta época de dezembro, mas especificamente no dia do nascimento de Jesus, não há alteração em nossa alimentação, tampouco na questão dos enfeites e compras por motivo do Natal.”

As Testemunhas de Jeová, inclusive em seu site oficial, explicam que os seguidores comemoram apenas a morte e não o nascimento de Jesus Cristo. Como explicam, os apóstolos e os primeiros discípulos de Jesus não comemoravam o Natal. Para eles não há provas de que Jesus tenha nascido em 25 de dezembro, já que a data de seu nascimento não foi registrada na Bíblia. Acreditam que o Natal não é aprovado por Deus porque se origina de costumes e rituais pagãos.

Alegria sempre – Seguindo a tradição Kadampa, a monja Kelsang Chime (leia-se Time), do Centro Budista Kadampa, em Jundiaí, explica que os seguidores deste estilo de vida, ‘comemoram a comemoração’ das pessoas e das famílias e por isso acreditam que a alegria é a melhor parte que ocorre no Natal. Mas ela enfatiza que esta satisfação e este espírito deveriam persistir o ano todo. “Jesus é considerado um Buda, um ser iluminado e por isso toda essa alegria é bem-vinda, principalmente a união entre as pessoas. Podemos, sim, enfeitar nossas casas, participar de uma ceia de Natal, mas não temos um alimento preferido porque aceitamos o que nos é oferecido, pois temos a prática de contentamento.”

Os locais que adotam o budismo como religião – entre eles Vietnã, China, Tibet, Camboja, Coreia do Sul, Butão, Burma, Hong Kong, Japão, Mongólia, Cingapura, Sri Lanka, Tailândia – não se envolvem com a característica particular do nascimento de Jesus Cristo. Eles admiram e respeitam a tradição, mas Jesus para a crença é considerado um ‘bodhisattva‘, ou seja, um ser de sabedoria elevada, que segue uma prática espiritual que visa remover obstáculos e beneficiar todos os demais seres.

Link original: http://www.jj.com.br/noticias-9853-mesmo-sem-comemorar-religioes-falam-do-respeito-pelo-natal

Testemunhas levam Deus à sua porta (Inglês)


Por Chuck Flagg

Claude Bolivar

Claude Bolivar

Eu tenho certeza que a maioria de nós estão familiarizados com elas: homens, mulheres, até mesmo crianças, bem vestidos, muitas vezes carregando uma mala ou mochila cheia de literatura. Eles tocar campainhas e educadamente oferecem para compartilhar a Palavra de Deus com os moradores que respondem.

Estas são as Testemunhas de Jeová, um grupo mundial de crentes dedicados: 7,9 milhões de membros em 239 terras, tornando-se 114.000 congregações que se reúnem em edifícios chamados de Salões do Reino.

Cada membro batizado é um “pregador da Boa Nova” e pode passar até 70 horas por mês, voluntariamente chamando de porta em porta, que leva bairro Estudos Bíblicos ou realizar outros tipos de evangelismo enquanto ainda estiver trabalhando um trabalho secular. O amor do próximo impele a levar a sério a profecia de Jesus em Mateus 24: 124: “Estas boas novas do reino será pregado em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim.”

Salão do Reino Os visitantes são convidados a assistir as Testemunhas de Jeová Halls Unido em Morgan Hill (985 Barrett Ave.), Gilroy (8530 Floresta St.) e Hollister (2410 Fallon Road).

Salão do Reino
Os visitantes são convidados a assistir as Testemunhas de Jeová Halls Unido em Morgan Hill (985 Barrett Ave.), Gilroy (8530 Floresta St.) e Hollister (2410 Fallon Road).

Residente Morgan Hill Clark Bolivar, que tem sido uma testemunha desde 1958, aponta que a igreja adaptou o seu ministério de ir além das visitas ao domicílio tradicionais. Geralmente ambos os pais em um trabalho doméstico agora e longos trajetos tenham aumentado a jornada de trabalho. Assim, as Testemunhas muitas vezes trazem literatura de exemplo para os mercados dos agricultores para alcançar as pessoas que gostariam de saber mais sobre Deus. Eles também muitas vezes criados no trem estacionamento estação para oferecer literatura de passar os viajantes.

A maior inovação, no entanto, é um site de state-of-the-art: jw.org . Aqui todo mundo tem acesso a informações abrangentes, na privacidade do lar.

  • Dois recursos disponíveis on-line são revistas mensais: A Sentinela (45 milhões de cópias em papel em 220 idiomas) e Despertai! (44 milhões de cópias em papel em 99 idiomas). Estas publicações contêm não apenas informação religiosa (“Satanás é real?” “Você faz o que Deus pede?”), Mas também artigos sobre temas como compromisso, burnout e diabetes.
  • Outro recurso é uma Bíblia que pode ser lido on-line: a versão 2013 da Está convenientemente organizado para tornar mais fácil para escolher passagens por livro e capítulo em muitas línguas “Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas.”.
  • A seção chamada “Perguntas da Bíblia respondeu” fornece gravações MP3 que responder a perguntas como: “Deus é o culpado por nosso sofrimento?”
  • Há animações brancas de tabuleiro para jovens, sequências de desenhos animados com narração oral, que dão conselhos sobre temas oportunos como estar à pressão de grupo.
  • Música para o culto cristão é uma seção que permite a reprodução ou download de músicas cristãs de louvor. Gravações vocais, orquestra e instrumentados, bem como partituras, estão disponíveis em vários idiomas, incluindo várias versões da língua de sinais.
  • Dramas bíblicos áudio de aulas baseadas em histórias bíblicas permitir que os visitantes a aprender sobre personagens e eventos importantes nas Escrituras.
  • Leituras bíblicas dramáticas permitir aos visitantes visualizar passagens bíblicas importantes, ouvir gravações com efeitos sonoros, música original e comentário.
  • Vídeos cristãos que constroem a fé pode ser visto online ou baixado em vários idiomas.
  • Sobre nós contém as respostas para muitas perguntas frequentes sobre as Testemunhas de Jeová, como “As Testemunhas de Jeová são cristãos?” “Testemunhas de Jeová acreditam em Jesus” “Por que não as Testemunhas de Jeová celebram o Natal ou a Páscoa?” Como se trata de um? organização religiosa que sofreu perseguição no passado, é importante entender suas crenças reais são e por que a religião prende-los.

Finalmente, qualquer pessoa pode aprender mais sobre a Bíblia, preenchendo um formulário online com informações de contato. Material sobre estudos bíblicos gratuitos serão disponibilizados.

Link original: http://www.gilroydispatch.com/lifestyles/columnists/chuck_flagg/witnesses-bring-god-to-your-doorstep/article_137013fc-8a33-11e4-a5e4-9b054f6c0377.html

Estádio que recebeu o Brasil na Copa de 94 está abandonado e em ruínas


Foi um gol de Romário, em um de seus tradicionais chutes de bico, que salvou o Brasil de uma derrota contra a Suécia pela primeira fase da Copa do Mundo de 1994. A partida terminou empatada por 1 a 1, e foi acompanhada por 77 mil pessoas no Pontiac Silverdome, em Michigan, então um dos estádios mais modernos do mundo.

Primeira arena coberta a receber jogos em uma Copa, o Silverdome também recebeu craques como o romeno Georghe Hagi e o suíço Stephan Chapuisat naquele Mundial. Hoje, pouco mais de vinte anos depois, o estádio está em ruínas, completamente abandonado. O mofo cobre suas paredes, há musgo crescendo nos carpetes e até pequenas plantas no gramado artificial.

O estádio de Michigan não foi construído nem para a Copa, nem para o futebol. Era, na verdade, a casa do Detroit Lions, da NFL. Entre 1975 e 2001, a equipe de futebol americano mandou seus jogos ali; quando se mudou para o Ford Field, em Detroit, deu início à decadência de sua antiga casa.

Sem os jogos da NFL, o Silverdome começou a se deteriorar: os eventos caíram drasticamente, e o estádio foi palco de encontros de Testemunhas de Jeová e eventos de monster truck. O Pittsburgh Steelers, outro time da NFL, realizou alguns treinos no local.

Em 2009, um investidor canadense comprou o estádio, decidido a apostar na Major League Soccer. O novo proprietário chegou a realizar no local um amistoso entre Milan (ITA) e Panathinaikos (GRE), além de lutas de boxe. Os lucros, porém, não vieram: neste ano, os itens do estádio, como cadeiras, e partes do gramado, começaram a ser leiloados.

O abandono é um triste fim para o Silverdome, que viveu momentos históricos. Além da Copa de 94, o estádio recebeu o All Star Game da NBA em 1979 e o Super Bowl em 1972 . Fora do esporte, foi palco de shows de The Who, Elvis Presley, Led Zepellin e Madonna.

Link original: http://www.paraiba.com.br/2014/12/22/19888-estadio-que-recebeu-o-brasil-na-copa-de-94-esta-abandonado-e-em-ruinas

Programa de cirurgia sem sangue do Mercy Medical Center atrai pacientes de todos os países, ao redor do mundo


JoAnn Dove (esquerda) de Akron sorri enquanto é dado um descanso do coração autografada pelo cirurgião cardiotorácico Dr. Giovanni B. Ciuffo no Mercy Medical Center, em Canton. Dr. Ciuffo realizada uma cirurgia de ponte de safena sem derramamento de sangue em Dove. (Karen Schiely / Akron Beacon Journal)

JoAnn Dove (esquerda) de Akron sorri enquanto é dado um descanso do coração autografada pelo cirurgião cardiotorácico Dr. Giovanni B. Ciuffo no Mercy Medical Center, em Canton. Dr. Ciuffo realizada uma cirurgia de ponte de safena sem derramamento de sangue em Dove. (Karen Schiely / Akron Beacon Journal)

A convicção religiosa perto do coração de Madalyn Copcutt a levou a viajar mais de 11.000 milhas para Canton para cuidados médicos.

As crenças de Copcutt como uma Testemunha de Jeová a proíbe de aceitar transfusões de sangue, não importa as circunstâncias.

“A Bíblia, no Antigo e no Novo Testamento, nos ordena a abster-se de sangue”, disse ela. “Eu não aceitam transfusões de sangue não só em obediência a Deus, mas também por respeito a ele como o doador da vida.”

Quando a 26-year-old recém-casado descobriu a sua própria vida estava em risco de um tumor raro em seu coração, ela veio a Mercy Medical Center, da Austrália para um procedimento de coração aberto sem sangue que os cirurgiões em seu país de origem não iria realizar.

“Minha recusa de transfusões de sangue não muda o meu desejo de viver, por isso foi extremamente importante para mim encontrar o melhor cirurgião que respeitava as minhas crenças, e que teve a habilidade e experiência necessária para me confiá-los com a minha vida”, ela disse em uma entrevista por email, da Austrália. “Foi uma lufada de ar fresco para ser tratado por um cirurgião e uma equipe que foram respeitosos e compreensão das minhas crenças, ao invés de me pressionar e me dizendo que eles não concordam com a minha decisão.”

Cirurgião cardiotorácico Dr. Giovanni B. Ciuffo deixou fala sobre a cirurgia de bypass coronário sem derramamento de sangue ele se apresentou em JoAnn Dove (segundo à direita) de Akron no Mercy Medical Center, em Canton. Dove é com suas filhas Susan Greene (esquerda) de Akron e Sandi Anderson de Akron. (Karen Schiely / Akron Beacon Journal)

Cirurgião cardiotorácico Dr. Giovanni B. Ciuffo deixou fala sobre a cirurgia de bypass coronário sem derramamento de sangue ele se apresentou em JoAnn Dove (segundo à direita) de Akron no Mercy Medical Center, em Canton. Dove é com suas filhas Susan Greene (esquerda) de Akron e Sandi Anderson de Akron. (Karen Schiely / Akron Beacon Journal)

Programa Minimamente Invasiva e Bloodless Cirurgia Cardíaca da Misericórdia, liderada pelo cirurgião cardiotorácico Dr. Giovanni Ciuffo, está atraindo pacientes de todo o país – e em alguns casos, o mundo – buscando operações livres de transfusões.
Ciuffo, que se juntou Mercy cerca de um ano, já realizou mais de 600 cirurgias sem transfusão para as Testemunhas de Jeová, bem como centenas de outros pacientes, uma vez que ele treinou pela primeira vez na técnica na Universidade de Pittsburgh no final de 1990.

“Apesar do fato de que a cirurgia de coração aberto é considerada um procedimento muito sangue, isso pode ser feito sem produtos derivados de sangue”, disse ele. “Eu tento evitar a transfusão de pacientes, independentemente de crenças religiosas.”

Ciuffo disse que a chave para evitar transfusões de sangue durante a cirurgia cardíaca está seguindo passos cuidadosos antes, durante e após a operação.

JoAnn Dove (direita) de Akron sorri como cirurgião cardiotorácico Dr. Giovanni B. Ciuffo fala sobre a cirurgia de bypass coronário sem derramamento de sangue se apresentou no Dove no Mercy Medical Center, em Canton. (Karen Schiely / Akron Beacon Journal)

JoAnn Dove (direita) de Akron sorri como cirurgião cardiotorácico Dr. Giovanni B. Ciuffo fala sobre a cirurgia de bypass coronário sem derramamento de sangue se apresentou no Dove no Mercy Medical Center, em Canton. (Karen Schiely / Akron Beacon Journal)

Antes da cirurgia, medidas são tomadas, se possível, para eliminar quaisquer medicamentos e suplementos que poderiam ser de afinamento do sangue do paciente para reduzir o risco de sangramento, disse ele. Medicamentos também podem ser dadas para impulsionar as células vermelhas do sangue do paciente antes da cirurgia para que eles tenham extra para poupar.

Durante a operação, é necessária uma “técnica cirúrgica muito meticuloso” para evitar sangramento, sempre que possível, disse ele. Uma máquina de poupança de células também pode ser utilizado para recolher, filtrar e retornar o sangue do próprio paciente para o corpo.

Depois, Ciuffo limita o número de exames de sangue realizados para minimizar a perda de sangue, disse ele. Quando são necessários testes, frascos pediátricos porte estão cheios.

Cirurgião cardiotorácico Dr. Giovanni B. Ciuffo no Mercy Medical Center, em Canton. (Karen Schiely / Akron Beacon Journal)

Cirurgião cardiotorácico Dr. Giovanni B. Ciuffo no Mercy Medical Center, em Canton. (Karen Schiely / Akron Beacon Journal)

“Por que você está indo para forçar o sangue para baixo veias de outra pessoa, se eles não querem isso?”, Disse. “Pode ser feita, e que pode ser feito rotineiramente.”

Programa de cirurgia cardíaca sem derramamento de sangue de Misericórdia faz parte do programa de conservação de sangue do hospital, que começou em 2001, inicialmente para atender às solicitações dos Testemunhas de Jeová área.

“Eles realmente queriam bons cuidados médicos, apenas sem sangue”, disse o coordenador do programa e enfermeira Katie Simmons.

Diretor Médico Dr. Kirby Sweitzer e Simmons trabalhar para oferecer uma variedade de procedimentos cirúrgicos para testemunhas e os que não são Testemunhas que querem uma operação livre de transfusão.

“Se você pode reduzir as transfusões, você vai ver um grande benefício para o seu hospital e seus pacientes”, disse ela.

Cirurgia sem transfusão de sangue ou poupadores está se tornando cada vez mais comum para todos os pacientes, não apenas aqueles que se recusam transfusões por motivos religiosos.
Rival cruz-cidade de Misericórdia, Hospital Aultman em Canton, oferece um programa de cirurgia sem sangue.

A Cleveland Clinic, um dos maiores programas de cirurgia cardíaca do país, também foi abraçar técnicas cirúrgicas sem derramamento de sangue, sempre que possível para melhorar os resultados do paciente, reduzindo os custos.

Pacientes Testemunhas de Jeová que se submeteram à cirurgia cardíaca sem transfusões de sangue na Clínica Cleveland tiveram menos complicações e menor tempo de permanência hospitalar em comparação com pacientes que receberam transfusões semelhantes, de acordo com um estudo realizado por pesquisadores da Clínica e do National Institutes of Health.

Susan Greene de Akron fala sobre ser grato do programa de cirurgia sem sangue no Mercy Medical Center, em Canton. Greene e sua família são as Testemunhas de Jeová e é contra as suas crenças para receber transfusões de sangue. Mãe JoAnn Dove de Greene passou recentemente por uma ponte de safena sem derramamento de sangue no hospital. (Karen Schiely / Akron Beacon Journal)

Susan Greene de Akron fala sobre ser grato do programa de cirurgia sem sangue no Mercy Medical Center, em Canton. Greene e sua família são as Testemunhas de Jeová e é contra as suas crenças para receber transfusões de sangue. Mãe JoAnn Dove de Greene passou recentemente por uma ponte de safena sem derramamento de sangue no hospital. (Karen Schiely / Akron Beacon Journal)

O estudo concluiu Testemunhas de Jeová tiveram melhor sobrevida de um ano após a cirurgia cardíaca do que os pacientes que receberam transfusões.
Embora as transfusões de sangue são seguros, os pacientes podem ter reações, disse Ciuffo.
“Se eu transferir o sangue para você que não o seu é, eu estou mexendo com o seu sistema imunológico”, disse ele. “Você realmente quer sangue de outra pessoa em você, se você pode evitá-lo?”

JoAnn Dove e sua família foram procurar atendimento médico sem sangue por anos de Mercy.

Dove, 78, de Akron, recentemente teve a cirurgia de bypass triplo no Mercy.
“Sabemos que eles estão conscientes do que precisamos”, disse sua filha, Susan Greene de Akron. “Nós apreciamos-los a trabalhar tão estreitamente com a gente.”
Copcutt, o paciente da Austrália, foi a consulta com Ciuffo por mais de dois anos depois de sua sogra, então futuro encontrou-o através de pesquisa na Internet.

Copcutt primeiro passou por uma cirurgia em maio de 2012 em Austrália para remover um tumor no seu coração. Mas quando um ecocardiograma um mês depois que ela se casou em setembro revelou outra massa estava crescendo em seu coração, os cirurgiões na Austrália disse que o tumor era inoperável ou de alto risco na melhor das hipóteses, sem uma transfusão de sangue.

“Ela era muito bonita, enviado para casa para morrer após o diagnóstico”, disse Ciuffo.
Copcutt e sua família veio a Canton no final de outubro para que ela pudesse ter a operação no Mercy. Congregações das Testemunhas de Jeová local prestou apoio durante a sua estadia.

Depois de uma internação de três dias, Copcutt permaneceu em Canton até meados de novembro, quando ela e seu marido, Josh, viajou para Nova York antes de voltar para casa.
“Viajar para Canton, Ohio, provou ser uma excelente decisão”, disse ela. “Eu fiz muito bem.”

Link original: http://www.ohio.com/news/local/mercy-medical-center-s-bloodless-surgery-program-draws-patients-from-across-country-around-world-1.550055