Archive for the ‘Escola’ Category

Ela manteve sua posição: a consciência de uma criança fez da América um lugar melhor – EUA


Em 1935, quando Lillian Gobitas Klose estava na sétima série em Minersville, Pa., ela se recusou a recitar o juramento à bandeira, porque sentia que fazê-lo seria uma violação da sua fé religiosa como uma Testemunha de Jeová. Seu irmão também se recusou a recitar o juramento, levando à expulsão dos irmãos da escola e uma batalha legal que percorreu todo o caminho até a Suprema Corte dos Estados Unidos, duas vezes.

Sra. Klose morreu em 22 de agosto aos 90, mas o impacto de sua luta corajosa para defender o direito de todos os americanos de não ser coagido a fazer o que não se acredita ainda está conosco. Por causa da vontade de uma brava garota de 12 anos de idade, ao ser condenada ao ostracismo e intimidação por suas crenças, a adesão à Primeira Emenda ganha o dia, mesmo durante períodos em que o patriotismo é o que mais oportunista.

Embora a Suprema Corte decidiu inicialmente 8-1 em 1940 que os estudantes convincentes para recitar o compromisso não foi uma violação de sua liberdade de expressão ou a liberdade religiosa, o Supremo Tribunal inverteu-se com um voto 6-3 em 1943.

Escrevendo para a maioria, o juiz Robert H. Jackson resumiu a controvérsia de forma brilhante: “Se houver qualquer estrela fixa em nossa constelação constitucional, é que nenhum funcionário, alta ou pequena, pode prescrever o que será ortodoxo em política, nacionalismo, religião ou outros assuntos de opinião, ou cidadãos de força a confessar por palavra ou ato a sua fé nele.”

Sra. Klose foi uma inteligente, Americana comum, que se recusou a aceitar a cidadania de segunda classe. Como Rosa Parks, a costureira Africano-americano que se recusou a dar seu assento em um ônibus segregado a um homem branco, Ms. Klose manteve-se firme em uma década antes.

Embora ela não era tão famoso como Rosa Parks, Ms. Klose provado por seu ato de consciência de que o verdadeiro americano é geralmente aquele que tem a coragem de insistir em ser tratado da forma como a Constituição dos Estados Unidos insiste cada cidadão ser tratado.

Link original: http://www.post-gazette.com/opinion/editorials/2014/09/13/She-stood-her-ground-A-child-s-conscience-made-America-a-better-place/stories/201409300005

Projeto de lei deve instituir o ensino do Holocausto nas escolas de SP


O ensino do Holocausto nas escolas públicas pode ser obrigatório se depender da Frente Parlamentar Evangélica da Assembleia Legislativa de São Paulo. Os deputados vão entrar com um projeto de lei para incluir essa parte da história mundial no currículo escolar.

A Secretaria de Educação diz que as aulas de história já abordam o assunto, mas a proposta dos parlamentares é mostrar que o Holocausto não atingiu apenas os judeus, como explica o deputado Carlos Cezar (PSB). “Queremos desmistificar que o Holocausto só matou judeus. A Frente tem interesse em proteger a vida. O assunto deveria ter um peso similar ao do ensino da Guerra dos Cem Anos”, disse.

O texto que deve ser protocolado quando os deputados voltarem do recesso inclui os homossexuais e outras minorias que sofreram com o que eles classificam como “eclosão de uma profunda incivilidade” como os comunistas, os ciganos e os testemunhas de Jeová.

O jornal Folha de São Paulo ouviu o rabino Ruben Sternchein, da Congregação Israelita Paulista, para saber o que ele pensa sobre essa proposta. “A iniciativa é corajosa, independentemente de posições políticas e religiosas. Além de ser um capítulo importante e obrigatório da história contemporânea, o Holocausto é um tema que fala do respeito à vida, da pluralidade e do imperativo de agir em prol de outros”, disse ele.

Link Original: http://noticias.gospelprime.com.br/projeto-de-lei-deve-instituir-o-ensino-do-holocausto-nas-escolas-de-sp/

Hino Nacional pode voltar às escolas da rede estadual


A Assembleia Legislativa batalha para resgatar tradição cívica um pouco esquecida nos bancos das escolas públicas de São Paulo. O deputado estadual pelo PT de Mauá, Donisete Braga, quer obrigar, por lei, as 5.183 escolas do Estado a executar uma vez por semana o Hino Nacional, composição de Joaquim Osório Duque Estrada e Francisco Manuel da Silva, que completou 100 anos em abril.

Segundo o parlamentar, o projeto de lei já recebeu parecer favorável da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). O próximo passo é entrar na Ordem do Dia para votação em plenário ainda neste ano. Para a matéria ser aprovada, no mínimo, são necessários 48 votos, do total de 94 parlamentares.

Para o petista, as chances de a propositura passar são de, praticamente, 100%. “Só há dificuldade de aprovação de projetos na Assembleia quando se criam despesas para o Estado, o que não é o caso aqui. Trata-se de educação cívica e de respeito cívico pelo País”, afirmou.

O deputado ressaltou ainda que o projeto de lei foi protocolado na Casa no fim de 2008, antes do recente episódio envolvendo a cantora Vanusa, que trocou versos e tropeçou na afinação durante interpretação do Hino no Encontro de Agentes Públicos do Estado de São Paulo, realizado na Assembleia.

Lei estadual determina que nas praças esportivas de São Paulo é obrigatório cantar o Hino Nacional antes do início das partidas. O futebol é um exemplo. “Pelo menos, vejo que as torcidas respeitam, embora dificilmente cantem a letra”, acrescentou Donisete.

MEDIDA DEMOCRÁTICA – A presidente da Apeoesp (Sindicato dos Profissionais do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), Maria Izabel Azevedo Noronha, apoia a medida, mas alerta que é necessário trabalhar os estudantes para que a medida não se transforme em decoreba. “Não temos de cantar o Hino Nacional por cantar. Tem de ser lembrado que o Hino representa o Estado Democrático de Direito, a soberania. A letra conta muito da história do País, mas a criança canta e decora sem entender o significado das palavras.”

Segundo Maria Izabel, a lei deve resgastar o orgulho e o senso crítico dos jovens em relação à política do Brasil. “Não defendo a lei como imposição, mas que seja feito pelo compromisso e para desenvolver a visão crítica. Hoje, cantar o Hino é decisão feita pelas escolas. Mas com a lei, podemos resgastar esse compromisso. Ultimamente temos passado vergonha vendo que as crianças não sabem cantar.” (Com Fábio Zambeli)

Link original: http://home.dgabc.com.br/default.asp?pt=secao&pg=detalhe&c=8&id=5765039&open=2

Comunidade muçulmana rejeita distribuição de preservativos nas escolas


A comunidade muçulmana não aceita a distribuição de preservativos nas escolas, contestando o teor do projecto-lei sobre a educação sexual nas escolas que volta esta quarta-feira à Assembleia da República. Já o presidente da comunidade israelita em Portugal concorda com a ideia que é indiferente às Testemunhas de Jeová.

Apesar disso, a Juventude Socialista não abdica da distribuição de preservativos nas escolas secundárias – uma ideia que está incluída no novo projecto-lei sobre educação sexual e que está a gerar muita polémica. A Igreja Católica já se tinha manifestado na semana passada contra essa possibilidade e a comunidade muçulmana, com cerca de 35 mil fiéis, junta-se agora a essas críticas.

O líder desta comunidade em Lisboa, citado pela TSF, lembra que o Islão não permite relações sexuais antes do casamento e entende que o projecto as vai incentivar. O sheikh David Munir sublinha, no entanto, que nada tem contra a existência de educação sexual nas escolas. “Falar sobre a educação sexual é não só o dever dos pais, mas também será positivo se a escola explicar. É bom que tenhamos a noção quando crescemos da nossa sexualidade. O distribuir preservativos é abrir uma porta, para que haja o contacto físico entre rapazes e raparigas, o que o Islão proíbe sem ser por casamento”, explicou.

Na religião judaica que terá, em Portugal, cerca de cinco mil crentes, nada há contra a distribuição de preservativos nas escolas. O presidente da comunidade israelita de Lisboa, José Carp, concorda com a medida, mas reconhece que, entre os judeus portugueses, nem todos pensarão da mesma maneira. “Para mim faz todo o sentido e é uma medida importantíssima para acabar com a gravidez em jovens e situações às vezes dramáticas”, sublinhou na mesma rádio.

As Testemunhas de Jeová, que em Portugal contam com cerca de 150 mil seguidores, lembram a importância da castidade até ao casamento, dizendo que, por isso, a distribuição de contraceptivos é indiferente. “Os nossos jovens sabem muito bem o que fazer, são criados e educados de acordo com aqueles valores, apreciamos muito a educação que Deus nos dá, vivemos de acordo com os valores que defendemos independentemente do que os outros façam”, esclareceu Pedro Candeias, também à TSF.

Link Original: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1381274