Archive for the ‘Nome de Deus’ Category

[Gazeta] A história do Pão


Samantha com o Chef Luiz Farias.

Samantha com o Chef Luiz Farias.

Durante um evento gastronômico estive conversando com um especialista em pães, o Chef Luiz Farias. Nesse evento ele deu uma pequena aula sobre a origem e a tradição dos pães. Fiquei muito feliz em ter o prazer de aprender mais sobre esse delicioso alimento, e saboreá-lo.

Mas não pense que se tratava de qualquer pão; eram pães feitos a partir de fermentação natural, e eu não imaginava a delícia que são os pães feitos com fermentação natural. Além de serem saudáveis são de dar água na boca.

Quem não gosta de um pãozinho?
Em diversas receitas e sabores, o pão faz parte das mais diferentes culturas, herança que vem de muito tempo e perdura ao redor do mundo até hoje.

Cultuado por muitas religiões, o pão nosso de cada dia ultrapassa todas as barreiras de tempo ou crença. Conta a história que os primeiros pães eram uma mistura de farinha e outros cereais, além de azeite, mel, tâmaras esmagadas com ovos ou carne moída, formando uma espécie de bolo. Esses bolos eram cozidos sobre pedras quentes ou sob cinzas.

Os primeiros pães com fermento datam do VII milênio a.C. pelos egípcios, que acrescentaram o líquido fermentado à massa do pão para torná-la leve e macia.

Já os judeus não utilizavam fermentos por acreditarem que a fermentação era uma forma de putrefação e impureza. A Jeová só ofereciam pão ázimo, sem fermento, o único que consomem até hoje na Páscoa.

Na Europa o pão chegou através dos gregos. O pão romano era feito em casa, pelas mulheres.

No século 17, a França começou a se destacar como centro mundial de fabricação de pães, desenvolvendo técnicas aprimoradas de panificação.

E no Brasil, o consumo de pão só se popularizou depois do século 19. Até então, o brasileiro consumia em grandes quantidades a farinha de mandioca e o biju, apesar de já conhecer o pão de trigo desde a chegada dos colonizadores portugueses. Com a vinda dos italianos para o Brasil, no início do século 20, a atividade de panificação se expandiu e o produto passou a ser essencial na mesa do brasileiro.

Link original: https://gazetanews.com/a-historia-do-pao/

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Os 16 Nomes de Deus (Inglês)


Você sabe que a Bíblia chama Deus de 16 nomes diferentes? Tão grande e impressionante é Ele que requer 16 nomes para descrever Seu caráter como um Deus todo-poderoso e vivo. Saiba mais sobre eles abaixo.

REUTERS / Tami Chappell - Cal Murrell também conhecido como "O Pregador Feliz" durante o Martin Luther King Jr. Serviço Comemorativo na Igreja Batista Ebenezer em Atlanta, Geórgia, 16 de janeiro de 2017.

REUTERS / Tami Chappell – Cal Murrell também conhecido como “O Pregador Feliz” durante o Martin Luther King Jr. Serviço Comemorativo na Igreja Batista Ebenezer em Atlanta, Geórgia, 16 de janeiro de 2017.

Elohim – O primeiro nome que Ele foi chamado em Gênesis capítulo um, descreve Sua posição como o soberano preeminente Deus.

Yahweh (Jehovah, (Jeová)) – Este nome, que significa Senhor e Mestre, foi usado pelos judeus, mas a tradição judaica considera muito sagrado pronunciar ou escrever a Javé, que eles o escreveram sem as vogais, para que aparecesse como YHWH. No terceiro século, os judeus pararam de usá-lo completamente por medo de violar o quarto mandamento de tomar o nome do Senhor em vão.

El Elyon – Significa “O Deus Altíssimo” em referência à Sua natureza como o soberano majestoso sobre todos.

Adonai – Isso significa Senhor ou Mestre, um nome substituído pelos Judeus a Javé.

El Shaddai – El está relacionado com Elohim e é usado em conjunto com outras palavras para descrever Deus. Shaddai significa dominar. Juntá-los formaria o nome Senhor Deus Todo-Poderoso para descrever Sua natureza como um Deus todo-poderoso.

El Olam – Traduzido como Deus eterno da palavra “Olam”, que significa eterno.

Jeová Jireh – Jeová (usado indistintamente com Javé) é o nome próprio enquanto Jireh significa “prover”. Colocando-os formará o nome “Deus, o Provedor”.

Jeová Rapha – Rapha significa curar para que as duas palavras traduzam para “o Senhor Que Cura Você” ou “Deus, o Curador” para a brevidade.

Jeová Nissi – Nissi significa bandeira que traduz o nome para “O Senhor é Minha Bandeira”.

El Qanna – Qanna significa ciúme, que fala de Sua natureza como um Deus Cioso que não pode suportar outros deuses diante Dele, como mencionado seis vezes na Bíblia.

Jeová Mekoddishkem – A palavra Mekoddishkem significa santa. Se usado junto com Jeová, formará o nome “o Senhor que vos santifica”.

Jeová Shalom – Shalom significa paz assim, “o Senhor é Paz” quando conectado com Jeová. Cristãos modernos traduzem isso nos dias de hoje como “Príncipe da Paz”.

Jeová Sabaoth – Usado em conjunto com Jeová, Sabaoth significa o “Senhor dos Exércitos”.

Jeová Raah – Raah significa pastor e quando usado junto com Jeová significa “o Senhor é o Meu Pastor”.

Jeová Tsidkenu – Tsidkenu significa justiça e formará o título “O Senhor que é a nossa justiça” se usado em conjunto com Jeová.

Jehovah Shammah – A palavra Shammah significa simplesmente lá e se conectada com Jeová traduzirá para “O Senhor está Lá”.

Link original: http://www.christianpost.com/news/the-16-names-of-god-178593/

O nome de Deus


Entre os dez mandamentos da lei de Deus, o segundo proíbe tomar seu santo nome em vão. Nele está contido o respeito a tudo o que se refere a Deus. Quer evitar que se profanem as coisas sagradas. Quem o faz não atinge, evidentemente, a Deus em si, mas o sentimento religioso e a fé dos que nele confiam. É como xingar a mãe de alguém. Muito mais que rebaixar a mãe, o objetivo é ofender a pessoa que se quer ultrajar. No caso da profanação das coisas sagradas e dos símbolos religiosos fala-se de sacrilégio.

A Constituição brasileira protege  o culto divino e os respectivos objetos religiosos. Obriga o cidadão a respeitar o sentimento religioso de quem quer que seja. Como católicos temos muitos simbolismos, que nos vêm da tradição, deste suas origens do Antigo Testamento,culminando em Jesus Cristo, e ulteriormente elaborados através dos séculos. A Congregação para o culto divino e a disciplina dos sacramentos emanou, em 2008, uma orientação, regulamentando o uso do “nome de Deus”, pela fidelidade aos textos originais. Lembra que a questão do nome de Deus merece um respeito máximo dos tradutores.

O nome de Deus onipotente é expresso, em hebraico, pelo tetragrama inefável. Denomina-se assim porque se trata de quatro consoantes que simbolizam a natureza divina e que não se deveriam pronunciar. Foi traduzido para o latim como “Dominus”, e deve passar para nosso vernáculo como “Senhor”. Acontece que, em muitos ambientes, como para esnobar cultura exótica, começou a entrar o costume de pronunciar o próprio nome de Deus pelo tetragrama YHWH, com as variantes de Jahweh e Jeová.

A Congregação da Santa Sé pede que se evite esta pronúncia por diversos motivos. Primeiro, trata-se de uma veneranda tradição bíblica que o proíbe por se tratar da “expressão da infinita grandeza e majestade de Deus”. Por isso é substituída, no texto sagrado, por uma denominação alternativa “Adonai”, que significa “Senhor”.
Em segundo lugar, lembra que a Tradução dos Setenta, anterior ao Cristianismo,  traduz este tetragrama hebraico por “Kyrios”, Senhor. Com esta nomenclatura passou para os livros do Novo Testamento. Assim os cristãos, desde sua origem, evitaram pronunciar o tetragrama divino.

Em terceiro lugar, argumenta a congregação romana que S. Paulo fala que o nome de Jesus foi elevado acima de todos os nomes (Fil 2,9). Ele também traduz o nome de Deus por “Senhor”, garantindo que toda língua proclamará que Jesus é o Senhor.

Além destes argumentos está o diálogo com os judeus, procurando evitar tudo o que possa causar algum dissabor nos interlocutores. É questão de cordialidade e respeito pela cultura ancestral.

Por isso se estabelece, como norma canônica, que não se use o tetragrama nas celebrações; que se traduza este tetragrama pela palavra “Senhor”; que, quando ocorrer o tetragrama, no âmbito litúrgico, seja traduzido pela palavra “Deus” e  a palavra Adonai seja traduzida por “Senhor”.

Link original:

Dois minutos para falar com Deus


RODRIGO/AG. ASSMANN

RODRIGO/AG. ASSMANN

Olhe bem para o semblante desses dois garotos: não parecem anjos? Pois eles são anjos. Ou como você chamaria dois jovens com uma conduta inquestionável e que têm como modo de vida ajudar seus semelhantes? Guilherme Montenegro tem 16 anos. E Michael Rodrigues, 14. Aos oito anos de idade, Michael e Guilherme já acompanhavam seus pais – Davi e Maria Rodrigues; Felipe e Neuza Montenegro – em visitas às casas de famílias. Ao mesmo tempo, frequentavam a escola do Núcleo da Congregação Testemunhas de Jeová, do Bairro Schulz, de Santa Cruz do Sul. Lá aprenderam as propostas das mensagens bíblicas, a reflexão, a oratória, a conduta respeitável, os gestos comedidos, a disciplina. Estavam prontos. Melhor: preparados.

E assim como Jesus fazia, ao viajar de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e declarando as boas-novas do reino de Deus, Michael e Guilherme fazem o mesmo: anunciam a palavra de Deus e levam força e motivação aos corações carentes de esperança. De casa em casa e de cidade em cidade é, também, a rotina desses jovens peregrinos. Sempre, claro, amparados pelo livro que consideram sagrado: a Bíblia. “A gente conversa com as pessoas sobre temas ou problemas que tem a ver com a vida delas. Assuntos como o desemprego, as drogas, a violência, os conflitos em família, a gente precisa estar preparado para falar sobre tudo. Mas sempre fundamentado na bíblia”, explica Michael.

O melhor de tudo, mesmo, é saber que esses moços não estão sozinhos nessa tarefa de divulgar profecias. Cerca de 60 jovens, assim como eles, desenvolvem o mesmo trabalho em Santa Cruz do Sul. Mas então você se pergunta: o que leva, afinal, garotos com idade tão precoce a escolherem um estilo de vida parecido com os então discípulos de Jesus? “A gente leva uma vida igual à de todo mundo. Só que com uma função a mais na sociedade”, justifica Guilherme. É isso mesmo. Michael e Guilherme são pessoas comuns. Jogam futebol, estudam em um turno e trabalham no outro e ainda arranjam tempo para, gratuitamente, transmitir mensagens de otimismo a quem quiser e puder ouvir.

“A gente não pressiona ninguém a aceitar o que se diz. Mas temos a convicção de que o trabalho que a gente faz é para o bem-estar das pessoas”, assegura Guilherme. Esse bem-estar, como diz o moço, tem um desafio a ser superado: a pressa. Em tempos de vidas agitadas, a missão é ainda mais difícil. “As pessoas quase sempre dizem que estão com pressa. E a gente entende isso. Mas a gente sabe que elas se sentem melhor, depois que param para refletir ou conversar sobre os conflitos da vida.” E você, teria dois minutinhos para… parar ?

SAIBA MAIS

Testemunhas de Jeová é um nome descritivo e indica que dão testemunho a respeito de Jeová, de Deus, Senhor ou Criador. O nome Jeová, ou Iahweh, no idioma hebraico, aparece quase sete mil vezes nas escrituras hebraicas originais. A maioria das bíblias, no entanto, o substitui por Deus ou Senhor. A congregação das Testemunhas de Jeová atua em mais de 230 países, e em Santa Cruz do Sul possui dois núcleos: na Rua Jornalista Rony Forster, 244, Bairro Schulz, que tem como coordenador Felipe Montenegro; e na Rua Willy Carlos Fröhlich, 380, do Bairro Faxinal, sob a coordenação de Aldair Tozzin.

Link original: http://www.gazetadosul.com.br/default.php?arquivo=_noticia.php&intIdConteudo=136181&intIdEdicao=2156

“Fé Sob Fogo” (EN)


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Cedar Rapids – Mount Mercy vai acolher a exposição itinerante “Testemunhas de Jeová: Fé sob fogo” na sexta-feira, 30 de abril de Misericórdia de Monte Busse Library.

A exposição, criada pela Fundação Liebster-Arnold, vai mostrar a história relativamente desconhecida do sofrimento e das dificuldades enfrentadas por Testemunhas de Jeová na Alemanha nazista.

Embora o sofrimento de judeus e outros grupos são amplamente reconhecidos e documentados, a situação singular das Testemunhas de Jeová enfrentam é pouco conhecida.

A exposição será aberta de 8 AM as 9 PM horas de segunda a quinta-feira, das 8 às 8 pm sexta-feira, das 9h30 às 5 pm sábado e 1 a 9 horas de domingo.Para obter mais informações, ligue para (319) 363-1323, ext. 1508, ou e-mail kraine@mtmercy.edu .

Link original: http://wcfcourier.com/entertainment/events/article_3007e252-4bda-11df-a17f-001cc4c002e0.html

Scholar exorta que os muçulmanos não coíbem o nome “Deus”: Usando apenas ‘Allah’, diz ele, não sugere que os muçulmanos adoram um deus diferente dos judeus e cristãos (EN)


Estudioso islâmico Omar Faruq Abd-Allah fala em Bernhard Western Michigan University's Center.

Estudioso islâmico Omar Faruq Abd-Allah fala em Bernhard Western Michigan University's Center.

Kalamazoo – um estudioso islâmico falou a uma multidão de cerca de 450 pessoas na Western Michigan University em 19 de fevereiro com a mensagem de que os muçulmanos, cristãos e judeus, todos adoram o mesmo Deus.

Ele também trouxe uma mensagem especificamente para muitos muçulmanos que faziam parte do público: Não use o Inglês palavra “Deus”, para além da palavra árabe “Alá”, dá a impressão de que cristãos e judeus que os muçulmanos não adoram o mesmo Deus.

Faruq Umar Abd-Allah, presidente do conselho e erudito-em-residência do Chicago-baseado Nawawi Foundation, explicou a história por trás de muitos nomes de Deus e enfatizou sua convicção de que os aderentes das três religiões adoram a divindade, mesmo que eles fazem assim de maneiras diferentes.

Abd-Allah foi trazido para WMU pela Associação de Estudantes Muçulmanos, em colaboração com a Associação de Estudantes Árabes. Sua fundação é uma instituição sem fins lucrativos que trabalha para difundir os ensinamentos sobre o Islã em os E.U. através da investigação e educação.

Em seu discurso, intitulado “Um Deus, muitos nomes: muçulmanos, cristãos e judeus, todos invoquem o mesmo Deus,” Abd-Allah disse que os três grupos religiosos todos invocar o Deus de Abraão. Ele disse que esta é uma verdade claramente afirmada na Bíblia e no Alcorão, o livro sagrado islâmico.

Explorando as diferenças
Abd-Allah reconheceu, no entanto, que as três religiões têm diferenças em teologia, rituais e nomes de Deus.  “Judeus, cristãos e muçulmanos têm diferentes crenças acerca de Deus, e eu pessoalmente acho que é uma coisa muito valiosa para explorar essas diferenças (), Abd-Allah disse.

Abd-voz de Deus, “Um Deus, muitos nomes”, foi baseado em um ensaio com o mesmo título que ele escreveu em 2004. Em uma nota à redação, ele resumiu sua visão das diferenças fundamentais teológico entre as três religiões. “Para os judeus”, escreveu ele, “centros de história da salvação sobre as implicações da aliança especial de Deus com os filhos de Israel. Na teologia cristã, história da salvação culmina com a crucificação de Cristo.  História da Salvação Islâmica é baseada na crença na mensagem primordial da profecia universal, que culminou com a profecia de Muammad, elucidando e reivindicando todos os que vieram antes “.

Abd-Allah conhece tanto o cristianismo eo islamismo em primeira mão. Ele foi criado como um protestante em Atenas, Geórgia ao ganhar seu Ph.D. at Cornell University, in Ithaca, NY, na Universidade de Cornell, em Ithaca, Nova York, ele leu “The Autobiography of Malcolm X”, um livro que estimulou-o a redirecionar seus estudos de literatura de Inglês para Estudos Árabes e Islâmicos da Universidade de Chicago e, eventualmente, se converter ao Islã.

Em seu discurso, Abd-Allah disse que a escolha de uma religião é “uma questão de olhar o conteúdo de uma determinada religião, e olhando para saber se ele é autêntico.” Ele disse que quando ele começou a estudar o Islã que estava “surpreso com a honestidade e integridade dos muçulmano literatura “.

O peso de um nome
Tanto quanto os nomes utilizados para Deus, Abd-Allah disse que todos eles são “bonitos” e significativos. Mas enquanto o nome de Deus é considerado como tendo uma única santidade para os muçulmanos, disse ele falando Inglês-muçulmanos não devem usar o nome exclusivamente. Ele chamou o uso exclusivo, como “um muito mal aconselhado” posição que afirma a noção de que o Deus muçulmano eo Deus cristão e judeus não são o mesmo Deus.

“Temos de superar as nossas dúvidas sobre” Deus “, tanto por causa do mérito da palavra, intrínseca e histórica, pois permite-nos comunicar com nossos Inglês judaica, cristã e de outros vizinhos que falam de uma forma significativa”, ele aconselhou os muçulmanos em seu ensaio de 2004 .

Ele disse que a crença de que os muçulmanos adoram um outro Deus que a divindade venerada pelos cristãos e judeus tem sido prejudicial para a forma como os muçulmanos são vistos na América.

American conservadores religiosos, como a Coalizão Cristã Pat Robertson e evangélica Franklin Graham, disse ele, erroneamente difundir a idéia de que o Deus muçulmano é de alguma forma menor do que o Deus cristão. Abd Para Robertson, escreveu ele, “os problemas do mundo, por sua vez sobre a questão de” se Hubal, deus da lua de Meca, conhecida como Deus, é supremo, ou se o Jeová judaico-cristão, Deus da Bíblia é supremo. “Allah desmascarou essa noção, por escrito, que Hubal foi o principal ídolo pagão de Meca e não tinha qualquer ligação teológica ou histórica de Deus.

Ao discutir a história dos nomes diferentes para Deus, Abd-Allah disse termos bíblicos, como Deus vem da mesma raiz semita como a palavra Alá e, basicamente, significa “aquele que é adorado.” Nos países de língua árabe, observou ele, não -muçulmanos se referir a Deus como seu Deus.

“Deus e seus nomes são parte de um legado universal humano”, Abd-Allah disse. “É muito importante para nós compreender a beleza da palavra de Deus.”

Link original: http://www.mlive.com/living/kalamazoo/index.ssf/2010/02/scholar_urges_muslims_not_to_s.html

Briga por voto evangélico na Paraíba


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Uma verdadeira “guerra” de pastores em busca dos votos de mais de 300 mil evangélicos está sendo travada nos bastidores da política paraibana. A “guerra” envolve diretamente crentes como Philemon Rodrigues, Edvan Carneiro, Walter Brito Filho e Walter Brito Neto. O ex-deputado federal Philemon Rodrigues (PR), ligado à Igreja Assembleia de Deus, que retornar à Câmara Federal e já está em plena campanha.

Ele disse que terá o apoio oficial da Assembléia de Deus em João Pessoa e Campina Grande. Os dois ministérios, da mesma denominação, abrangem a grande maioria dos municípios do Estado da Paraíba. Philemon Rodrigues disse que é o candidato oficial da Assembleia de Deus em Campina Grande, que tem abrangência em 90 municípios, e em João Pessoa, cuja área de atuação seria de 130 municípios.

Por outro lado, o pastor Edvan Carneiro (PRB) contesta a informação de Philemon. Segundo Edvan, a Assembleia de Deus de João Pessoa, por exemplo, está fechada no apoio ao seu nome para deputado federal nas próximas eleições. “Além do mais, temos a possibilidade de apoio da Igreja Universal do Reino de Deus ao nosso nomes”, declarou o pastor Edvan Carneiro.

Brito ataca Philemon e Edvan
Mas o ex-deputado estadual Walter Brito Filho (PPS), evangélico da Igreja Presbiteriana de Campina Grande, que também está em plena campanha para deputado federal, contestou Philemon Rodrigues e Edvan Carneiro. Walter Brito disse que quem tem o apoio oficial da Assembleia de Deus é ele. “O pastor presidente da Assembleia de Deus, José Carlos, e mais de 200 pastores de igrejas diferentes estão comigo para deputado federal”, disse Walter Brito. Walter Brito atacou Philemon Rodrigues e Edvan Pereira. “Philemon não tem votos. É um forasteiro, que veio de Minas Gerais para tirar proveito na Paraíba”, declarou Walter Brito.

Em relação a Edvan Pereira, ele disparou: “Edvan é um aventureiro de período de campanha e não tem votos. Quem tem voto é Walter Brito, pela sua história”.

Walter Brito acrescentou que sua história política é marcada pelos “serviços prestados aos crentes durante quatro mandatos”. “Quem tem boca, diz o que quer. Uma coisa é você falar. Outra coisa é a verdade aparecer”, frisou em relação a Philemon e Edvan Carneiro. Walter Brito disse que, quando deputado federal por quatro vezes, teria trabalhado muito pelos evangélicos da Paraíba. “Como deputado federal, vou trabalhar muito mais”, acrescentou. O filho de Walter Brito, o ex-deputado federal Walter Brito Neto (PRB), também está no páreo e disputa os mesmos votos do pai, do pastor Edvan e do ex-deputado Philemon Rodrigues. Walter Neto confirmou que será candidato a deputado porque quer dar sequência ao trabalho iniciado na Câmara, onde ele substituiu por alguns meses o ex-deputado Ronaldo Cunha Lima, que renunciou para não ser processado pelo Supremo pelo atentado contra o ex-governador Tarcísio Burity. Walter Neto foi cassado por infidelidade partidária.

“Integrei a Frente Parlamentar em Defesa da Vida e da Família e fiz parte da bancada evangélica”, disse o ex-deputado, que frequenta a Igreja Presbiteriana de Campina Grande. Ele gaarante que terá o apoio das igrejas Presbiteriana, Assembleia de Deus e Universal do Reino de Deus. “Tenho boa aceitação no meio evangélico pentecostal, neopentecostal e tradicional”, disse.

Indagado se não haverá conflito entre ele e seu pai, na disputa por votos de evangélicos, Walter Neto disse: “Não haverá problemas. Estamos em partidos diferentes e em lados opostos. As pessoas sabem diferenciar”. Walter Neto é aliado do senador José Maranhão e seu pai é aliado do grupo Cunha Lima e acompanha o prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho. (ABS)

Edmilson e Rômulo não misturam
De raízes evangélicas, o vereador pessoense Edmilson Soares (PSB) será candidato a deputado estadual, mas prefere não misturar política com religião. Indagado sobre as disputas entre Philemon, Edvan e Walter Brito por redutos de igrejas, Edmilson disse que prefere não falar sobre a questão. Toda a família de Edmilson é ligada à Igreja Presbiteriana de João Pessoa. Seu pai, Samuel Soares, foi presbítero na Igreja. “Quando o assunto é religião, prefiro não misturar com política”, disse.

O deputado federal Rômulo Gouveia (PSDB) também tem ligações evangélicas e tem contado, a cada eleição, com o apoio de fiéis e pastores de denominações diferenciadas. Ele frequenta a Igreja Batista, mas, assim como Edmilson Soares, prefere separar política de religião. Um candidato evangélico que não quis se identificar, disse que o voto mais caro é o do crente. Segundo ele, os pastores prometem apoio, mas só transferem os votos deles e de seus parentes mais próximos.

“Eles oferecem o rebanho, mas as ovelhas não vem”, disse o candidato a deputado que não quis se identificar. Segundo ele, as ovelhas não obedecem aos pastores e cada ovelha pede um beneficio diferente. Por isso, o voto do evengélico sai tão caro”, frisou. O pastor Jutahi Menezes, da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), disse que a Igreja deve apoiar candidatos a deputado estadual e federal, mas ainda não decidiu quem serão. (ABS)

Assembleia de Deus ainda decidirá
O pastor e ex-deputado estadual Fausto Oliveira está no páreo por uma das 36 vagas na Assembleia Legislativa da Paraíba, da mesma forma que os deputados Nivaldo Manoel (PPS) e Aguinaldo Ribeiro (PP) e o ex-deputado João da Penha (PMDB).

Nivaldo é deputado e vai disputar a reeleição. Também está em plena campanha pela reeleição, apesar da ameaça de cassação do seu mandato, pelo TRE, por infidelidade partidária. Ele disse que é ligado à Assembleia de Deus, é crente assíduo e tem história. “Nas últimas eleições, tive o apoio oficial da Assembleia de Deus. E estou procurando este apoio novamente”, comentou.

Sobre a briga entre Philemon, Edvan Carneiro e Walter Brito pelos votos os fiéis da Assembleia de Deus, ele respondeu: “A Assembleia de Deus, na pessoa do pastor José Carlos de Lima, nunca declara apoio a nenhum candidato”.

De acordo com Nivaldo, quem vai decidir que candidatos serão apoiados pela Igreja é a Comissão Política das Assembleias de Deus do Brasil, em momento oportuno. E os fiéis serão informados.

Ele disse que, quando há brigas por apoios, como está ocorrendo en-tre Philemon, Edvan e Walter Brito, o pastor José Carlos não se mete. “Ele é sábio e inteligente e não se mete nas brigas”, frisou, acrescentando que todos os candidatos têm o direito de pedir os votos dos fiéis. João da Penha foi deputado estadual, eleito com apoio da Igreja Universal, da mesma maneira que Fausto Oliveira. Mas os dois se desvincularam da Igreja. E tentarão abocanhar parte dos fiéis evangélicos. (ABS)

Só dois padres estão no páreo
Pelo lado dos católicos, apenas dois padres estarão no páreo: Luiz Couto (federal) e Frei Anastácio (estadual). Eles não disputam o mesmo eleitorado, mas enfrentarão forte concorrência dos candidatos católicos sem batina, que é a grande maioria dos postulantes. Aliás, como não têm altares para aparecer na celebração de missas, os candidatos católicos leigos aproveitam para faturar participando as festas de padroeiros e padroeiras pela Paraíba a fora. Vão às missas e procissões para aparecer diante dos eleitores. Alguns poucos participam das celebrações religiosas por convição e tradição.

Mas há ainda aqueles candidatos que não perdem uma oportunidade: ninguém sabe se são católicos ou evangélicos. Participam de tudo. Vão aos cultos nas igrejas evangélicas e participam de missas e procissões promovidas pela Igreja Católica. A idéia é faturar de qualquer jeito. Procuram atender pleitos das igrejas católicas e evangélicas. Além dos mais, não perdem casamentos, batizados, velórios, enterros, festas de padroeiros dos municípios e de emancipação política no interior.

Um bom exemplo de oportunismo político ocorre na cidade de Piancó, todos os anos, no mês de junho. Para lá, se dirigem políticos de todos os partidos e de todas as religiões por ocasião da festa do padroeiro, Santo Antônio. Vão à Igreja Matriz de Piancó para participar da missa e da procissão em homenagem ao santo. Mas o principal objetivo é aparecer diante do eleitorado. (ABS)

Segure o andor
Um fato curioso ocorreu na cidade de Juazeirinho no ano passado. No dia da festa do padroeiro, São José, em 19 de março, o prefeito Bevilacquia Matias chegou atrasado à procissão e não tinha mais lugar para ele no andor da imagem. Os lugares da frente do andor estavam ocupados pelo ex-prefeito Fred Marinheiro e por um assessor.

Bevilacqua não contou hitória. Mandou o assessor de Fred sair, mas o mesmo se recusou. O prefeito deu uma cotovelada no assesor do ex, obrigando-o a abandonar o andor. Houve um princípio de tumulto que foi abafado pelos cantos da multidão. Pouca gente presenciou o fato e o diálogo, nada amistoso, travado entre Bevilacqua e Fred. O prefeito, que encontrou o caos na administração, começou a falar, debaixo do santo: ladrão, voce me paga. E Fred: ladrão é você. (ABS)

Link original: http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20100314082000&cat=politica&keys=briga-voto-evangelico-paraiba